Notícias
segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Aqui você encontra as últimas notícias e press releases relacionados à zFast.
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
Comércio eletrônico deve crescer 12% neste ano
Sindicatos das indústrias do vestuário e da tecelagem discute o assunto em fórum na próxima quinta-feira

fonte: https://www.folhadelondrina.com.br/economia/comercio-eletronico-deve-crescer-12-neste-ano-1015986.html
Embora tenha reduzido o ritmo do crescimento, o e-commerce foi um dos poucos setores da economia que não encolheram durante a crise. Segundo a Consultoria Ebit, a atividade deve movimentar cerca de R$ 53 bilhões neste ano, 12% a mais que em 2017. Para debater as tendências do comércio eletrônico, o Sivepar (Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário do Paraná) e o Sinditêxtil Londrina (Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem de Londrina) vão realizar na quinta-feira (27) o 2º Fórum E-commerce de Moda Têxtil & Vestuário.
Em volume de pedidos, moda e acessórios formam a segunda categoria com maior participação no comércio eletrônico brasileiro: 14,5%. Já, em volume financeiro, o setor representa 6% do total, algo em torno de R$ 3,1 bilhões ao ano. Há muito espaço ainda para crescer, mas especialistas alertam que, para ingressar na atividade, é preciso estar atento a questões como planejamento, investimento e estratégia.
O presidente da Associação Multissetorial de E-commerce de Maringá, André Silva, foi convidado para fazer a palestra de abertura do evento. Ele vai falar sobre "Marketplaces: Estratégias para alavancar suas vendas". Marketplace é o sistema pelo qual o empresário instala sua loja virtual numa plataforma de terceiro.
De acordo com Silva, o e-commerce está bem difundido na região, em quase todas as atividades, "da reposição de peças de geladeira até a venda de vasos vietnamitas". Na visão dele, o grande desafio dos empresários do Norte do Paraná é a logística. "Estamos longe do eixo Rio-São Paulo onde os fretes são mais competitivos e há soluções para todo tipo de carga", justifica. Outra dificuldade é a falta de mão de obra qualificada. "Se precisarmos de um gerente de e-commerce, não vamos encontrar", afirma Silva, ressaltando que a atividade é bem diferente do comércio físico. Ainda, segundo o presidente da associação, faltam cursos relacionados ao comércio eletrônico na região.
Leia a matéria completa em:
https://www.folhadelondrina.com.br/economia/comercio-eletronico-deve-crescer-12-neste-ano-1015986.html
Embora tenha reduzido o ritmo do crescimento, o e-commerce foi um dos poucos setores da economia que não encolheram durante a crise. Segundo a Consultoria Ebit, a atividade deve movimentar cerca de R$ 53 bilhões neste ano, 12% a mais que em 2017. Para debater as tendências do comércio eletrônico, o Sivepar (Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário do Paraná) e o Sinditêxtil Londrina (Sindicato da Indústria de Fiação e Tecelagem de Londrina) vão realizar na quinta-feira (27) o 2º Fórum E-commerce de Moda Têxtil & Vestuário.
Em volume de pedidos, moda e acessórios formam a segunda categoria com maior participação no comércio eletrônico brasileiro: 14,5%. Já, em volume financeiro, o setor representa 6% do total, algo em torno de R$ 3,1 bilhões ao ano. Há muito espaço ainda para crescer, mas especialistas alertam que, para ingressar na atividade, é preciso estar atento a questões como planejamento, investimento e estratégia.
O presidente da Associação Multissetorial de E-commerce de Maringá, André Silva, foi convidado para fazer a palestra de abertura do evento. Ele vai falar sobre "Marketplaces: Estratégias para alavancar suas vendas". Marketplace é o sistema pelo qual o empresário instala sua loja virtual numa plataforma de terceiro.
De acordo com Silva, o e-commerce está bem difundido na região, em quase todas as atividades, "da reposição de peças de geladeira até a venda de vasos vietnamitas". Na visão dele, o grande desafio dos empresários do Norte do Paraná é a logística. "Estamos longe do eixo Rio-São Paulo onde os fretes são mais competitivos e há soluções para todo tipo de carga", justifica. Outra dificuldade é a falta de mão de obra qualificada. "Se precisarmos de um gerente de e-commerce, não vamos encontrar", afirma Silva, ressaltando que a atividade é bem diferente do comércio físico. Ainda, segundo o presidente da associação, faltam cursos relacionados ao comércio eletrônico na região.
Leia a matéria completa em:
https://www.folhadelondrina.com.br/economia/comercio-eletronico-deve-crescer-12-neste-ano-1015986.html
