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sexta-feira, 29 de setembro de 2017
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sexta-feira, 29 de setembro de 2017
Consultor dá dicas para empresários investirem no comércio eletrônico
São seis dicas que ajudam a evitar erros comuns nesse tipo de negócio. Projeção é que o setor alcance a cifra de R$ 50 bi neste ano no Brasil.
Juliana Munaro - São Paulo
fonte: http://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2017/09/consultor-da-dicas-para-empresarios-investirem-no-comercio-eletronico.html
A projeção é que o comércio eletrônico no Brasil alcance a cifra de R$ 50 bilhões neste ano. O PEGN mostra o caminho para o empreendedor fazer parte desse mercado em ebulição e a evitar os erros mais comuns dos empreendedores do setor.
Até abrir o escritório onde trabalham mais de 20 funcionários, o empresário Bruno Saurer ralou muito na sala de casa mesmo. “Eu cadastrava os produtos no site, eu tinha que atender o telefone eu tinha que cuidar da expedição”, diz.
No início muito comércio eletrônico tem equipe reduzida. Mas é preciso de estratégia na hora de ir à luta. A primeira dica é planejamento. “Não é um grande planejamento. Eu costumo dizer que não é um trabalho de conclusão, mas ele precisa endereçar os principais pontos”, diz o consultor Maurício Correa.
O empreendedor começa calculando os custos totais do negócio para saber como será a sua operação. Por exemplo, quanto vai gastar com os fornecedores, que produtos serão vendidos.
A segunda dica é investir em um nicho. O Bruno, que vendia todo tipo de eletrônico, investiu em um nicho. Depois de algum tempo, ele focou no setor de fotografia e filmagem.
“Em 2012, a gente cortou vários produtos que a gente trabalhava. Focamos no fotógrafo profissional porque muitos clientes, a gente se deparou que ele sabe o produto que compra, mas não sabe o local que compra. Tem um paradigma que ai, não sabe, põe no buscar que você vai encontrar alguém. Nossa estratégia foi exatamente essa”, explica.
Assim, o empresário foge da concorrência com as grandes lojas. “O nicho é muito importante porque dá a chance de concentrar muito bem tua relação comercial com esse nicho, o entendimento com o produto, ser muito personalizado naquele conteúdo, o que um grande varejista não consegue ser”, explica Correa.
Veja a matéria completa em:
http://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2017/09/consultor-da-dicas-para-empresarios-investirem-no-comercio-eletronico.html
fonte: http://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2017/09/consultor-da-dicas-para-empresarios-investirem-no-comercio-eletronico.html
A projeção é que o comércio eletrônico no Brasil alcance a cifra de R$ 50 bilhões neste ano. O PEGN mostra o caminho para o empreendedor fazer parte desse mercado em ebulição e a evitar os erros mais comuns dos empreendedores do setor.
Até abrir o escritório onde trabalham mais de 20 funcionários, o empresário Bruno Saurer ralou muito na sala de casa mesmo. “Eu cadastrava os produtos no site, eu tinha que atender o telefone eu tinha que cuidar da expedição”, diz.
No início muito comércio eletrônico tem equipe reduzida. Mas é preciso de estratégia na hora de ir à luta. A primeira dica é planejamento. “Não é um grande planejamento. Eu costumo dizer que não é um trabalho de conclusão, mas ele precisa endereçar os principais pontos”, diz o consultor Maurício Correa.
O empreendedor começa calculando os custos totais do negócio para saber como será a sua operação. Por exemplo, quanto vai gastar com os fornecedores, que produtos serão vendidos.
A segunda dica é investir em um nicho. O Bruno, que vendia todo tipo de eletrônico, investiu em um nicho. Depois de algum tempo, ele focou no setor de fotografia e filmagem.
“Em 2012, a gente cortou vários produtos que a gente trabalhava. Focamos no fotógrafo profissional porque muitos clientes, a gente se deparou que ele sabe o produto que compra, mas não sabe o local que compra. Tem um paradigma que ai, não sabe, põe no buscar que você vai encontrar alguém. Nossa estratégia foi exatamente essa”, explica.
Assim, o empresário foge da concorrência com as grandes lojas. “O nicho é muito importante porque dá a chance de concentrar muito bem tua relação comercial com esse nicho, o entendimento com o produto, ser muito personalizado naquele conteúdo, o que um grande varejista não consegue ser”, explica Correa.
Veja a matéria completa em:
http://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/noticia/2017/09/consultor-da-dicas-para-empresarios-investirem-no-comercio-eletronico.html
